Na pacata manhã de 16 de agosto, as ruas próximas à prefeitura de Niterói, uma cidade conhecida por sua beleza litorânea e qualidade de vida, se transformaram em palco de um protesto vigoroso. Profissionais de saúde, de rostos marcados pela resiliência e voz modulada pela urgência, se reuniram para exigir do prefeito Axel Grael (PDT) a implementação de medidas que visam melhorar as condições de trabalho e salários da classe. A principal pauta: o piso da enfermagem e a tabela salarial adequada, refletindo o compromisso do governo com a qualidade do Sistema Único de Saúde (SUS).
Manifestação em Niterói Exige Melhorias para a Enfermagem: Salário e Condições de Trabalho em Pauta
mar, 22 2024
Guilherme Silva
março 24, 2024 AT 02:04Outra manifestação e ninguém faz nada. Enfermeiro trabalha 12h, recebe menos que um entregador de app, e o prefeito ainda acha que é só pedir com carinha de cachorrinho. 🤡
Isso aqui é Brasil, não é Disney.
claudio costa
março 25, 2024 AT 18:57Na minha cidade em Portugal também é assim. Os profissionais de saúde são o alicerce, mas nunca são ouvidos. Ainda bem que há gente na rua protestando. Isso é democracia em ação.
Respeito.
Paulo Ferreira
março 26, 2024 AT 17:08Se fosse nos EUA já tinha prendido todo mundo e mandado o prefeito mandar o exército. Aqui no Brasil todo mundo quer ser herói sem fazer nada. Enfermeiro quer salário? Vai trabalhar na iniciativa privada então. Ninguém te obriga a ficar no SUS, só querem graça e carro financiado. 🤬
maria helena da silva
março 28, 2024 AT 12:15É fundamental reconhecer que a precarização das condições laborais na enfermagem não é um fenômeno isolado, mas sim uma manifestação estrutural da desinvestimento público em saúde, que se acentua sob a lógica neoliberal de terceirização e austeridade fiscal. A ausência de uma tabela salarial adequada, alinhada à realidade da carga horária e à exigência técnica do cuidado, reflete uma desconexão entre políticas públicas e necessidades bioéticas da população. A mobilização coletiva, portanto, transcende o reivindicatório imediato e se configura como um ato de resistência epistêmica contra a invisibilização do trabalho feminizado e essencial. 🌱
Tomás Jofre
março 29, 2024 AT 09:24Outro protesto... e daí? 😴
Anderson Castro
março 30, 2024 AT 20:04Quem tá aqui falando de 'iniciativa privada' não tem ideia do que é trabalhar no SUS. A enfermagem não é só um emprego, é um compromisso com a vida. E se o governo não cumprir o piso, o que vai acontecer? Mais fugas, mais superlotação, mais mortes. Isso não é política, é sobrevivência.
Se você não entende isso, não é porque é inteligente, é porque nunca viu alguém morrer sozinho num corredor de hospital por falta de um profissional. 🫡